Magoa a tristeza e asaudade da infância. Entre
lágrimas e cada suspiro.
O não querer fazer mais
palavras de inspiração com tinta
escura, bloqueia a mão
com uma camisa de força mental.
O sossego raro deixa a música
entrar pelos ouvidos. Mas tudo se
acaba com um bater de porta.
Há algo nesta atmosfera que
não me deixa encontrar a solução.
que os homens de alma comum
pensam como as dos elevados?
Como loucos crescidos que são
não entendem as verdades de criança.
Quando os mundos eram
simplificadamente belos, quando
tudo era feito apenas do necessário.
Nessa idade de abraços pequeninos
onde tudo cabia na palma da mão.
Porque o que levávamos ao colo
era feito da essência. E algo de tal
importância, não pesa nos braços