fotografia de Bruno Melo

Há momentos de inspiração inoportunos…
olhares, dizeres…ruídos ou humores
que apetece contrariar.
Eu vi esse teu olhar! – ignorei, quero que saibas!
Na pressão, bastaria o silêncio…
e teria sossego! O ar está sufocante,
não há eupatia capaz de aguentar… eu sei!
Ouvi-te dizer… bateu para eu sentir!
Não devia ter saído dali… este lugar
faz-me sentir mal!
Não há respiração!
Não há ninguém… ninguém nesta multidão
capaz de entender o bater deste coração!
Aqui, ou em qualquer outro lugar…
este espaço não é meu,
não o sinto meu… não se quer meu!
Deixa lá… talvez num outro encontrar
me deixem sentir e ser eu!!
Ouve! Chega lá no fundo e ouve…
é a ti que quero chegar:
Silêncio na tua alma
quando quiseres calar a minha!
E… desculpa a expressão “errada”…
vou tentar fingir… usar máscaras para ti!

Há momentos de inspiração inoportunos…
olhares, dizeres…ruídos ou humores
que apetece contrariar.
Eu vi esse teu olhar! – ignorei, quero que saibas!
Na pressão, bastaria o silêncio…
e teria sossego! O ar está sufocante,
não há eupatia capaz de aguentar… eu sei!
Ouvi-te dizer… bateu para eu sentir!
Não devia ter saído dali… este lugar
faz-me sentir mal!
Não há respiração!
Não há ninguém… ninguém nesta multidão
capaz de entender o bater deste coração!
Aqui, ou em qualquer outro lugar…
este espaço não é meu,
não o sinto meu… não se quer meu!
Deixa lá… talvez num outro encontrar
me deixem sentir e ser eu!!
Ouve! Chega lá no fundo e ouve…
é a ti que quero chegar:
Silêncio na tua alma
quando quiseres calar a minha!
E… desculpa a expressão “errada”…
vou tentar fingir… usar máscaras para ti!