Fotografia de Nuno Belo

Vinte e três sóis de Primavera,
luas perdidas e traços apagados.
Há no escuro a vontade de chegar
e na luz o medo de ir.
Na dor que dilacera, há o passo dado
em busca do ser escondido!
Mas por de efemeridade se tratar,
tudo se apaga e o querer vira do avesso.
Não há crença que incentive…
sinto que os nove sóis abatidos
por Yi eram meus!
Dá-lhes vida arqueiro divino…
Devolve-me a luz pura
que tornaste sombria!

Vinte e três sóis de Primavera,
luas perdidas e traços apagados.
Há no escuro a vontade de chegar
e na luz o medo de ir.
Na dor que dilacera, há o passo dado
em busca do ser escondido!
Mas por de efemeridade se tratar,
tudo se apaga e o querer vira do avesso.
Não há crença que incentive…
sinto que os nove sóis abatidos
por Yi eram meus!
Dá-lhes vida arqueiro divino…
Devolve-me a luz pura
que tornaste sombria!