fotografia de André Brito

Chega na alvorada envenenada
um trilho sem chão
que nem a audácia sabe como suportar…
A realidade de um acaso…
O parar dos corações!
Há o assombro da verdade
que a multidão quer mentira.
É o gritar de uma união!
Aljôfares espalhadas pelo chão…
Um choro que parece não cessar!
A força alada e repentina
que ninguém sabe de onde vem.
O ânimo surpreendente!
Apesar do pranto escondido que todos viram
e que todos derramaram…
sempre brilhou o verde no horizonte!
No sorriso estava a fé eterna
e o não parar de caminhar!
Depois, o vento veio audaz
e levou de ti os cabelos
como leva as folhas caídas de Outono!
Mas há sempre uma Primavera para nascer
e pendurado em caracóis, voltará o brilho do olhar!

Chega na alvorada envenenada
um trilho sem chão
que nem a audácia sabe como suportar…
A realidade de um acaso…
O parar dos corações!
Há o assombro da verdade
que a multidão quer mentira.
É o gritar de uma união!
Aljôfares espalhadas pelo chão…
Um choro que parece não cessar!
A força alada e repentina
que ninguém sabe de onde vem.
O ânimo surpreendente!
Apesar do pranto escondido que todos viram
e que todos derramaram…
sempre brilhou o verde no horizonte!
No sorriso estava a fé eterna
e o não parar de caminhar!
Depois, o vento veio audaz
e levou de ti os cabelos
como leva as folhas caídas de Outono!
Mas há sempre uma Primavera para nascer
e pendurado em caracóis, voltará o brilho do olhar!