Um…
dois… três… quatro… cinco…
é uma
constante sucessão ritmada
repetidamente
ordenada
que nos
faz perder o fôlego e
começar
de novo…
Um…
dois… três… quatro… cinco…
e nas
discrepâncias entre os
medos
aprisionados tu questionas
o olhar
que te rasga a pele
se passeia
em ti e te lê.
E tu,
calmamente, recomeças…
Um…
dois… três… quatro… cinco…
os escritos
timbrados no sentimento
tatuam
a pele a tempo e fogo
e um
passado grave, acorda
num
presente pacifico que te clareia…
Um…
dois… três… quatro… cinco…
hoje
a contagem é mais suave,
mas…
o tempo acabou!
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(imagem da autoria de: François Benveniste)
