Às vezes, há uma maçaque envenena a alma
e rouba a inspiração…
E no âmago corre
um bálsamo decadente
carente… das veias de poeta!
E caminho sem chão
sobre fendas, insistíeis, que se abrem…
Que me fazem cair!
Quando me levanto…
(…)
…há tantas maças nesta macieira!