fotografia de Paulo Madeira
Há algo no peito que aperta,
sobe pela garganta, mas sufoca.
Não (te) sei dizer
e o cansaço é demasiado para (te) escrever.
Há uma manta negra… pesada,
que abafa; que esconde e oprime
um dizer sempre silenciado.
Presenças que esmagam…
ausências que condenam!
Há um grito mudo
que se quer fazer ouvir
pelos donos de expressões desinteressadas.
Há um sol que não ilumina…
…corrói!
Há um vento que não apazigua…
…destrói!
Não há calma que sossegue
nem conforto que aconchegue.
ou ternura que baste.
Não há relógio que tranquilize,
água que sacie,
ou acorde melodioso…
…flor perfeita!
Sentimento limpo!!
Há um espinho que tortura,
uma corda que enforca.
Há uma morte que sinto…
sem sentida ser.
Há uma maldade que rasga o corpo,
assim como a chama que incendeia.
Não há liberdade que repudiada não seja
e negação que de constante não se trate.
Há afogamentos e gelos
e mil vidros partidos.
Não há tempo que pare para meu abrigo,
nem sorriso que não castigue.
Não há azul no meu céu
nem verde na minha paisagem.
E nem há um aplauso após o fechar da cortina…
…a realidade matou os sonhadores!
Devolve-me a alma…
dá-me paz!
Há algo no peito que aperta,sobe pela garganta, mas sufoca.
Não (te) sei dizer
e o cansaço é demasiado para (te) escrever.
Há uma manta negra… pesada,
que abafa; que esconde e oprime
um dizer sempre silenciado.
Presenças que esmagam…
ausências que condenam!
Há um grito mudo
que se quer fazer ouvir
pelos donos de expressões desinteressadas.
Há um sol que não ilumina…
…corrói!
Há um vento que não apazigua…
…destrói!
Não há calma que sossegue
nem conforto que aconchegue.
ou ternura que baste.
Não há relógio que tranquilize,
água que sacie,
ou acorde melodioso…
…flor perfeita!
Sentimento limpo!!
Há um espinho que tortura,
uma corda que enforca.
Há uma morte que sinto…
sem sentida ser.
Há uma maldade que rasga o corpo,
assim como a chama que incendeia.
Não há liberdade que repudiada não seja
e negação que de constante não se trate.
Há afogamentos e gelos
e mil vidros partidos.
Não há tempo que pare para meu abrigo,
nem sorriso que não castigue.
Não há azul no meu céu
nem verde na minha paisagem.
E nem há um aplauso após o fechar da cortina…
…a realidade matou os sonhadores!
Devolve-me a alma…
dá-me paz!