Na limonada de Verão
e de Inverno, no chocolate quente…
No canto das sereias daquele mar salgado
e nos doces acordes da harpa.
No sopro dos ventos e no cheiro a maresia.
Nas asas da águia,
no topo dos montes,
e na sedução dos véus.
No espírito dos animais,
no toque da Natureza,
nos sorrisos e nos olhares.
Na expressão hippie,
na música cigana,
no corpo latino.
No olhar profundo,
na doçura do beijo,
na carícia da mão.
Na tela de grande formato,
na objectiva com alta definição
e nas páginas de curiosidades.
Na luz apagada,
na luz acesa.
Na suavidade de pelúcia
e no mimo da criança.
Na almofada de sonhos,
no tapete mágico
e na lâmpada do Aladino.
No impulso e no “agora”,
no “porquê?” e no “é assim…”.
No silêncio!
É aí que estás, amor!
É aí que te vejo!